A gruta de Gizé
Um enorme sistema de câmaras e túneis foi descoberto numa gruta que se situa por debaixo da Pirâmide de Gizé.
O investigador britânico Andrew Collins que afirma ter descoberto este submundo dos faraós descreve a gruta como um local arqueológico intocado, tal como o seu delicado ecossistema que inclui colonias de morcegos e uma espécie de aranha que se assemelha à viúva branca.
No livro “Beneath the Pyramids” Collins’s descreve como ele e o investigador Nigel Skinner Simpson usaram as memórias com mais de 200 anos escritas por um diplomata e egiptólogo Britânico, Henry Salt, para encontrarem a entrada para o submundo.
Aparentemente os egiptólogos nunca teriam encontrado as grutas por desconhecerem os registo de Salt que permaneceram no British Museum mais de 150 anos até à sua publicação em 2007.
Segundo Collin’s as grutas terão varias centenas de milhares de anos e uma enorme extensão- exploramos as cavernas até onde nos permitiu a qualidade do ar. É um lugar extremamente perigoso, repleto de fendas e buracos profundos, verdadeiras armadilhas assombradas por colônias de morcegos e aranhas venenosas.
Estas “entradas para o submundo” podem ter sido referenciadas em textos funerários da Antiguidade, porem o chefe do Egypt’s Supreme Concil of Antiquities, Zahi Hawass, nega a existência do complexo subterrâneo e afirma que não existem novas descobertas a serem feitas em Gizé.
Collin’s responde afirmando que enquanto o túmulo estende-se apenas por 35 metros as grutas naturais estendem-se por varias centenas de metros para dentro da rocha calcaria e a sua obscura entrada esta localizada num recanto do túmulo, reforça ainda dizendo que não existem referencias escritas sobre estes factos alem das memorias de Salt.
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