O Watergate climático – farsa do aquecimento global a descoberto
Um hacker descobre documentos e e-mails da elite científica ligada ao Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática da ONU (IPCC), nos quais os climatologistas admitem a manipulação de dados, destruição de provas, e fortes pressões para silenciar os cientistas cépticos …
O texto que se segue é um excerto da notícia divulgada ontem pelo Libertad Digital:
Alguns já o qualificam como o maior escândalo científico do século. Este fim-de-semana, a rede tornou-se um verdadeiro viveiro após a publicação de uma série de documentos incriminadores relativos à liderança científica do aquecimento global antropogénico (de origem humana).
Acordos para manipulação de dados, a destruição de provas, conspiração para impedir que os cépticos publiquem em revistas científicas, dúvidas pessoais sobre as suas próprias contribuições à teoria do aquecimento global, a ocultação do Período Medieval Quente e mesmo a demonstração de alegria pela morte de um climatologista céptico…
Isso tudo faz parte de uma série de e-mails particulares e documentos que têm sido revelados, quer por um hacker externo ou por uma fonte anónima dentro de um dos templos da climatologia. Os documentos podem ser encontrados em redes P2P, pesquisando no Google por FOI2009.zip e já estam mesmo num motor de busca.
Trata-se do Climate Research Unit (CRU), pertencente à Universidade Britânica de East Anglia, um dos centros de pesquisa mais activos nos esforços para provar a teoria do aquecimento global antropogénico. Em Setembro, ter-se-á envolvido numa polémica com os americanos Competitive Enterprise Institute por destruição de dados originais relacionados com o aumento das temperaturas supostamente por “falta de espaço”.
As informações têm sido utilizadas em muitos estudos alarmistas, mas os dados foram “cozinhados” colocando (…).
E que dizem esses e-mails?
(…), sem dúvida, a coisa mais importante é que eles parecem totalmente preparados para ‘maquilhar’ os dados para se ajustarem à teoria. Assim, num e-mail de 28 de Setembro, um desses cientistas mostrou a sua intenção de reduzir os dados sobre a temperatura da água do mar em 0,15 graus para se ajustarem aos seus modelos de alterações climáticas.
Outro cientista, David Parker, noutro e-mail discute a possibilidade de alterar o período de referência do índice de temperatura global e opõe-se dizendo que tal mudança poderia confundir o público por se tratar de um período menos quente que aquilo que pretendem fazer crer.
Tim Osborn descreve como alguns dados são manipulados para esconder os resultados de um estudo que mostra uma aparente tendência de descida da temperatura no planeta. O próprio Michael Mann, um dos climatologistas ‘cabecilhas’ do IPCC da ONU, disse noutro e-mail que seria bom “conter” a temperatura do “Período Quente Medieva”.
O artigo continua referindo mais manipulação de informações..
Como a ocultação de que o aquecimento na superfície terrestre desde 1980, tem sido quase o dobro da dos oceanos, pois caso isso fosse divulgado poderia ser usado pelos cientistas cépticos como prova de que os centros urbanos constituem uma verdadeira ilha de calor.
Ocultação da diferença entre as temperaturas desde 1960 e os registos de anéis de árvores, utilizadas para reconstruir o clima no passado, através da exclusão desses dados dos resultados durante os anos mais conturbados, ou seja, aqueles que não se encaixam no modelo.
O desvio de enormes quantidades de dinheiro, recolhido em todo o mundo para a investigação das alterações climáticas, para o núcleo duro que defende este modelo em prejuízo das investigações de cientistas mais cépticos.
Destruição de provas relacionadas com os desvios de fundos e a manipulação.
Conspirações para impedir a publicação de artigos cientificos por cientisticas cépticos em relação ao aquecimento global antropogénico (de origem humana).
Quanto à veracidade dos documentos.
Tornam-se muito credíveis na medida em que a própria Universidade o reconheceu e também porque alguns dos afectados reconheceram-se como autores dos e-mails e documentos.
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